Nesta terça-feira (16), o Pará ficou na 17° posição no ranking nacional de isolamento social. A taxa registrada foi de 38,65% de pessoas em casa para evitar a proliferação do novo coronavírus.

O secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Pará, Ualame Machado, alerta que a necessidade de isolamento permanece e que todos devem fazer a sua parte para que as medidas de flexibilização perdurem.  

“Mais uma vez fazemos o apelo à população de que o distanciamento social ainda é necessário, assim como todas as medidas de prevenção e higiene. As fiscalizações irão continuar para garantir que essas medidas estejam sendo cumpridas conforme determina o decreto estadual”, afirmou o secretário.

“É preciso que a população esteja consciente de que não tomar os cuidados necessários, pode levar a um novo ciclo de contaminação e com isso voltem as medidas mais restritivas. Para que isso não ocorra é preciso que cada um colabore” – Ualame Machado, titular da Segup.

Municípios – Na análise das cidades paraenses, os três melhores índices de isolamento foram nos municípios de Afuá (65,4%), Peixe-Boi (61,4%) e Aveiro (59,3%).

Já as cidades que mais desobedeceram a recomendação de ficar em casa, registrando um baixo índice de isolamento, foram Curuá (22,4%), Concórdia do Pará (26,0%) e Palestina do Pará (26,5%).

Na capital paraense e em Ananindeua, foram registrados, respectivamente, os índices de 39,48% e 37,7%.

Em Belém, incluindo os distritos, os bairros com as maiores taxas de pessoas em casa foram: Itaiteua (55,4%), Maracajá (51,7%) e Águas Negras (50,8%). Já as piores taxas ficaram com Curió-Utinga (6,9%), Águas Lindas (23,8%) e Água Boa (26,7%).

Em Ananindeua, os melhores índices foram registrados no Júlia Seffer (46,6%), Centro (42,9%) e Icuí Laranjeira (41,7%); as piores taxas foram observadas em Levilândia (30%), Águas Lindas (30%) e Guanabara (31,2%).

Serviço – O percentual de isolamento nos 144 municípios paraenses e o monitoramento completo estão disponíveis em um espaço exclusivo sobre os índices no site da Segup.

Por Laís Menezes (SEGUP) /Agência Pará